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Bom Lugar,06/03/2026

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PF investiga Lulinha após menções em conversas e documentos; STF autoriza quebra de sigilo

Decisão do ministro André Mendonça permite acesso a dados bancários e fiscais de Fábio Luís Lula da Silva no âmbito de apuração sobre possíveis irregularidades ligadas ao INSS


PF investiga Lulinha após menções em conversas e documentos; STF autoriza quebra de sigilo Imagem de Fábio Luís Lula da Silva durante evento público, em enquadramento fechado, com expressão séria; ao fundo, ambiente institucional que remete ao cenário político e jurídico das investigações.

A Polícia Federal apura a eventual participação de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, em um conjunto de investigações que envolvem suspeitas de irregularidades relacionadas ao INSS. O avanço das diligências ocorreu após autorização do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, para a quebra de sigilos bancário e fiscal do empresário.


As apurações começaram no fim do ano passado, quando a PF informou ao STF ter identificado menções ao nome de Lulinha em materiais coletados durante investigações. Entre os elementos analisados estão conteúdos extraídos de celulares, conversas, depoimentos e documentos.



Um dos pontos considerados relevantes pelos investigadores foi uma troca de mensagens envolvendo Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “careca do INSS”, e a empresária Roberta Luchsinger. Segundo as informações obtidas, Luchsinger seria apontada como possível intermediária entre Antunes e o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).


Apesar das citações, relatório da Polícia Federal não apresenta, até o momento, indícios concretos de que Lulinha mantenha sociedade formal com o investigado conhecido como “careca do INSS”. Ainda assim, a corporação decidiu aprofundar a apuração para esclarecer a natureza das referências encontradas.



Depoimento e passagens aéreas


Outro elemento que passou a integrar a investigação foi o depoimento do empresário Edson Claro, que teria mencionado Lulinha como possível parceiro de Antunes.


Também chamou atenção dos investigadores a identificação de passagens aéreas emitidas com o mesmo código localizador para Lulinha e Roberta Luchsinger, o que indicaria que as compras foram realizadas de forma simultânea.


A autorização para a quebra dos sigilos foi concedida em janeiro deste ano, mas permaneceu sob sigilo. A informação veio a público após desdobramentos na CPMI do INSS nesta quinta-feira (26). A revelação foi divulgada inicialmente pelo portal Poder360 e confirmada pela CNN Brasil.


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