Caminhada de Nikolas Ferreira chega ao DF e deputado passa a usar colete à prova de balas
Manifestação em defesa de Jair Bolsonaro e contra decisões do STF deve ser encerrada neste domingo (25), em Brasília
Deputado federal Nikolas Ferreira chega ao Distrito Federal durante caminhada em protesto contra decisões do STF. A caminhada organizada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (Republicanos-MG) chegou ao Distrito Federal na tarde deste sábado (24). O ato, iniciado na última segunda-feira (19), tem como objetivo protestar contra decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), especialmente relacionadas aos condenados pelos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023.
Segundo apuração da rádio Itatiaia, Nikolas passou a utilizar um colete à prova de balas nos últimos dias do trajeto. A assessoria do parlamentar informou que a medida foi adotada de forma preventiva, após o deputado receber ameaças recentes. No entanto, a origem e a autoria dessas supostas ameaças não foram divulgadas.
Um vídeo publicado nas redes sociais do deputado mostra a chegada do grupo ao Distrito Federal. Nikolas Ferreira deixou o município de Paracatu, no Noroeste de Minas Gerais, com destino a Brasília, em um percurso de aproximadamente 240 quilômetros pela BR-040.
O gesto simbólico ganhou repercussão nas redes sociais e atraiu a adesão de outros parlamentares, apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e eleitores do deputado. A previsão é que a manifestação seja encerrada neste domingo (25), na Praça do Cruzeiro, área central da capital federal.
De acordo com Nikolas, o ato busca questionar decisões do STF relacionadas às condenações pelos ataques às sedes dos Três Poderes, incluindo a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. Bolsonaro está preso no Complexo da Papuda, em Brasília.

Planalto instala grades de proteção
Um dia antes do encerramento da manifestação, o Palácio do Planalto instalou grades de proteção ao redor da sede do Executivo, neste sábado (24). Segundo o Gabinete de Segurança Institucional (GSI), a medida foi adotada “em virtude da possibilidade de manifestações programadas em locais próximos à instalação presidencial”.







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